Práticas meditativas, educação e perspectiva decolonial

Resumo

Este artigo tem como objetivo levantar indícios de possibilidades de enfrentamento e superação dos pilares que sustentam a Modernidade/Colonialidade a partir da abordagem decolonial, no campo educativo das práticas meditativas. Os dados são oriundos de levantamento e estudo de produções encontradas no Google Acadêmico, nos portais da Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD).  Referem-se a uma pesquisa de abordagem qualitativa, do tipo bibliográfico-documental, de objetivos descritivos e analíticos. As análises tomam como base o pensamento de autoras/es sob a perspectiva decolonial. Há fortes indícios, a partir do referencial teórico, de que os dados apontam para um fortalecimento da postura a-política, de ausência ou incipiente engajamento direto, do sujeito em detrimento do social, que ajudam a fazer a permanência e reafirmação do status quo, isto é, dos pilares da Modernidade/Colonialidade.

Biografia do Autor

Renata Sieiro Fernandes, UNICAMP/Grupo PHALA

Grupo Educação, Linguagem e Práticas Culturais - PHALA/UNICAMP, Campinas, São Paulo, Brasil. Pesquisadora convidada do Instituto Superior de Ciências da Educação, Centro de Estudos Multidisciplinar "Eduardo Kambwa", de Luanda-Angola. Pós-doutora em Educação pela UNICAMP. e-mail: rsieirof@hotmail.com

Beatriz Bertassi, Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL

Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL, Americana, São Paulo, Brasil. Mestra em Educação pelo UNISAL. e-mail: biabertassi@gmail.com

Norma Silvia Trindade de Lima, UNICAMP

Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, São Paulo, Brasil. Doutora em Educação pela UNICAMP. e-mail: normatl@unicamp.br

Publicado
2022-04-04